A
elegância reside nas atitudes cotidianas. É cumprimentar ao chegar e ao
se despedir, é respeitar a opinião e as decisões do outro, é ter boas
maneiras. De nada adianta se vestir bem e ter atitudes grosseiras. Elegância é o exercício diário de tratar o outro como gostaria de ser
tratado, sem distinções.
domingo, 3 de abril de 2016
sábado, 3 de novembro de 2012
No cativeiro
Eu, poeta que não sou
Tento me expressar através de versos
Que rimam, ou não.
Refém até fevereiro
Quatro anos de cativeiro
Eu e a tese
A tese e eu.
(Versos produzidos durante um bate papo no Facebook com Roberto Belisário).
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Caminhos cruzados
Dissera o Poetinha: "A vida é arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida". Minha leitura é diferente: a vida é a arte de cruzar caminhos. Pontualmente estamos juntos, até que nossos percursos se tangenciem.
Reflexões diárias
Em minhas filosofias de buteco cheguei à conclusão que assim como a dor da extração de um dente podre é forte, ela é finita. Pior seria se o dente continuasse ali podre, latejando diariamente. A extração sem anestesia é intensa, mas uma hora passa. E é assim devemos encarar os problemas da vida (Luana Neres, 19/10/2012, em um chat no FB).
terça-feira, 15 de maio de 2012
sábado, 24 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Carmen Presotto
Hoje nossa edição dos enRedados é em homenagem à Carmen Presotto, nossa amiga poeta de coração e alma, mãe de Vidráguas e de nossos enRedados. Parabéns à Carmen por seu aniversário e que possamos gozar de sua presença e poesia por muito e muito tempo. Beijo carinhoso em Carmen e em todos os poetas que juntos teceram esses tão belos versos.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
O tempo não para.
Como eu gostaria de estar correndo por aí
Sentindo o vento em meu cabelo
O cheiro das flores, da grama.
Mas corro contra o tempo
E o cheiro que sinto é o de livros velhos que nada dizem.
O suor escorre,
Não pelo esforço de subir em uma árvore ou por dançar
Mas pela cobrança de Cronos.
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